ADMINISTRAÇÃO GERAL

Abordagem sobre a Adm. Geral

INOVAÇÃO E CONECTIVIDADE

INOVAÇÃO

 

                Inovar é o processo relacionado com o acréscimo permanente de novos elementos aos produtos ou serviços existentes. Não se trata de um processo de invenção ou criação de novos produtos, mas sim de introdução de melhorias em produtos existentes com vista a obter vantagem competitiva.

                De acordo com Gary Hamel apud Ferraz (2002, p. 47) “a maioria das empresas já exauriu as possibilidades de aumentar o lucro por meio de corte de custos, reengenharias e melhora da eficiência. Mais se quiser gerar riqueza, a empresa tem de inovar”.

              Uma empresa pode ser altamente inovadora sem vender um produto tecnologicamente superior ao dos seus concorrentes. A inovação pode surgi no processo, na maneira de abordar o mercado, na gestão.

                As novas e crescentes exigências e os inesperados desafios no contexto do mundo atual exigem que se pense e se aja de um jeito novo.

               Uma boa parte das empresas reconhecem que a Inovação é fundamental para alcançar ou sustentar uma vantagem competitiva num mercado em acelerada transformação, mas é bem restrito o número de Empresas que efetivamente trabalham pela inovação.

               Para isso é preciso primeiramente ousar, ou diria, antes, superar o medo de ousar, porque o sucesso de um negócio está relacionado à capacidade do empreendedor de buscar o diferente, o quase-impossível. É preciso estar aberto para o inesperado, pois só assim será possível reconhecer uma descoberta ou uma oportunidade quando você der de cara com ela.

                A inovação é fruto da criatividade. A criatividade é o meio, o processo e não o produto. Ou seja, é necessário que se tenha um raciocínio criativo para produzir idéias novas que vão gerar coisas novas ou inovação.

                Inovar é pensar o absurdo e transformá-lo em lógico. Einstein dizia que “se, na sua formulação inicial, uma idéia não parecer absurda, ela provavelmente não é uma idéia inovadora”.

                Inovar é gerar alternativas melhores para velhas soluções ou alternativas novas para resolver novos e velhos problemas. Fazer diferente pode fazer a diferença entre liderar ou correr atrás do líder. Para fazer diferente é preciso pensar diferente.

               Um novo olhar exige uma percepção ampliada e um raciocínio divergente, um “estar insatisfeito” e um questionamento permanentes.

                As boas idéias nascem de perguntas. A inovação surge quando acreditamos que tudo pode ser melhorado.

 

CONECTIVIDADE

 

                A conectividade é a capacidade de comunicação dos dispositivos de hardware ou do software com outros hardwares ou softwares.

               O avança da conectividade entre as diversas partes do mudo mudou radicalmente a forma como as empresas e os mercados interagem. Pois, agora, existe um grande número de informações colocadas em circulação pelas tecnologias informacionais.

                A organização de computadores em redes tornou possível a realização de uma série de tarefas. A popularização de pequenas e médias intranets em empresas, escritórios e organizações contribuiu para o aumento de produtividade e eficiência dessa ferramenta de trabalho. No entanto, nem sempre apenas uma intranet é suficiente, e se faz necessário tornar possível à comunicação de clientes remotos com as intranets ou mesmo interligar as intranets a redes maiores como a Internet, por exemplo.

                Com o aplicativo Conectividade Social, a CAIXA está possibilitando mais agilidade e segurança no cumprimento de suas obrigações sociais. Mais do que um simples aplicativo, o Conectividade Social é um canal de relacionamento moderno, adaptado ao seu ambiente de trabalho.Atualmente, o software permite a transmissão do arquivo do Sistema de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social – SEFIP, bem como a operação de toda a sistemática CAIXA PIS-Empresa. Outros serviços, como débito automático da GFIP e GPS e retificação dos dados de seus funcionários, em breve, também estarão disponíveis.

               Conectividade é o requisito básico para construção de toda a nova categoria de aplicações que vem mudando a forma como as corporações têm se relacionado com seus clientes, fornecedores, colaboradores e a sociedade em geral.

                Esta nova geração de aplicações demanda uma infra-estrutura de comunicação eficiente e altamente disponível com recursos de classificação e priorização do fluxo de informações mais importantes para o seu negócio. A utilização de novas tecnologias, baseadas em interfaces Web, aliando multimídia a necessidades organizacionais, resultam em constantes pressões por aumento de capacidade nas infra-estruturas de comunicação.

               A conectividade permite redução de custos e ganho de competitividade, aliando as novas tecnologias às estratégias organizacionais, com exemplos consagrados na utilização de telefonia IP, VPNs (Virtual Private Networks), e-learning (Treinamento a distância), vídeo-conferência, comércio e governo eletrônico, intranets e extranets.

               Convergência digital já é uma realidade. A indústria de telecomunicações, de informática e de conteúdo se uniram há tempos. Hoje, é possível assistir aos gols da última rodada do campeonato brasileiro pelo telefone celular ou acessar e-mails logo após a novela das oito por meio do aparelho de televisão.

 

EXEMPLOS DO MERCADO LOCAL “VITÓRIA DA CONQUISTA”

               Exemplos de empresas locais que usam a tecnologia da informação para gerar inovação e conectividade.

  • Labo –Laboratório de Análises Clínicas – A empresa já efetua marcação de consultas via Internet.

  • O Instituto de Ensino Superior Juvêncio Terra – Pela Internet os alunos podem acompanhar as suas notas.

  • Farmácia de Manipulação Marcela Dourada – Os clientes podem solicitar suas fórmulas enviando e-mails para a empresa.

  • A StarColor – Os clientes podem enviar suas fotos digitais para o e-mail da empresa e solicitar a impressão.

 

                                                           Marcos C. Bezerra

junho 3, 2007 Publicado por | Teorias | 5 Comentários

ABORDAGEM SISTÊMICA DA ADMINISTRAÇÃO

               O biólogo alemão Ludwig von Bertalanffy elaborou por volta da década de 50 uma teoria interdisciplinar capaz de transcender aos problemas exclusivos de cada ciência e proporcionar princípios gerais e modelos gerais para todas as ciências envolvidas, de modo que as descobertas efetuadas em cada ciência pudessem ser utilizadas pelas demais. Essa teoria interdisciplinar – denominada Teoria Geral dos Sistemas – demonstra o isomorfismo das várias ciências, permitindo maior aproximação entre as suas fronteiras e o preenchimento dos espaços vazios entre elas. Essa teoria é essencialmente totalizante: os sistemas não podem ser plenamente compreendidos apenas pela análise separada e exclusiva de cada uma de suas partes. Ela se baseia na compreensão da dependência recíproca de todas as disciplinas e da necessidade de sua integração.Assim, os diversos ramos do conhecimento – até então estranhos uns aos outros pela intensa especialização e isolamento conseqüente – passaram a tratar seus objetivos de estudos como sistemas. Dentre eles está a Administração.

A Abordagem Sistêmica da Administração trata de três escolas principais:

·               Cibernética e Administração

·               Teoria Matemática da Administração

·               Teoria de Sistemas

 

Cibernética e Administração

               A Cibernética é uma ciência relativamente jovem. Foi criada por Norbert Wiener entre os anos de 1943 e 1947, justamente na época em que surgiu o primeiro computador de que se tem notícia, assim como a Teoria de Sistemas.Cibernética é a ciência da comunicação e do controle, seja no animal (homem, seres vivos), seja na máquina. A comunicação é que torna os sistemas integrados e coerentes e o controle é que regula o seu comportamento. A Cibernética compreende os processo e sistemas de transformação da informação e sua concretização em processos físicos, fisiológicos, psicológicos etc. de transformação da informação.A Cibernética é uma teoria dos sistemas de controle baseada na comunicação (transferência de informação) entre o sistema e o meio e dentro do sistema, e do controle (retroação) da função dos sistemas com respeito ao ambiente. 

 

Teoria Matemática da Administração 

              A Teoria Matemática aplicada aos problemas administrativos é mais conhecida como Pesquisa Operacional.Teoria Matemática põe ênfase no processo decisório e procura tratá-lo de modo lógico e racional, através de uma abordagem quantitativa.

A Teoria Matemática desloca a ênfase na ação para a ênfase na decisão que a antecede. O processo decisorial é a sequência de etapas que formam uma decisão. A Tomada de decisão, conforme apresentada pelos defensores dessa teoria, possui um aspecto matemática, dicotômico, permitindo uma análise teoricamente precisa dos problemas (abordagem quantitativa).

 

Teoria de Sistemas

              A Teoria Geral de Sistemas (T.G.S.) surgiu com os trabalhos do biólogo alemão Ludwig Von Bertalanffy. A Teoria Geral de Sistemas não busca solucionar problemas ou tentar soluções práticas, mas sim produzir teorias e formulações conceituais que possam criar condições de aplicações na realidade empírica.Bertalanffy criticava a visão que se tem do mundo dividida em diferentes áreas, como física, química, biologia, psicologia, sociologia, etc. São divisões arbitrárias. E com fronteiras solidamente definidas. E espaços vazios entre elas. A natureza não está dividida em nenhuma dessas partes.

A Teoria Geral dos Sistemas afirma que as propriedades dos sistemas não podem ser descritas significativamente em termos de seus elementos separados. A compreensão dos sistemas somente ocorre quando estudamos os sistemas globalmente, envolvendo todas as interdependências de suas partes.

 

 

                                                      Marcos Bezerra

maio 28, 2007 Publicado por | Teorias | 6 Comentários

Henri Fayol

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               Engenheiro de minas e administrador francês, Henri Fayol foi um dos primeiros estudiosos a analisar a natureza da actividade empresarial, a formular uma teoria completa de gestão e a definir as principais actividades do gestor dentro das organizações: planear, organizar, comandar, coordenar e controlar. Foi, juntamente com Frederick Taylor, um dos grandes precursores da Teoria Clássica da Administração, a qual enfatiza a estrutura das organizações. Fez a ligação entre a estratégia e a teoria empresarial e destacou a necessidade de aprofundar a gestão e de cultivar qualidades de liderança. Fayol defendia que os mesmos princípios podiam ser aplicados em empresas de diferentes dimensões e de todo o tipo – industriais, comerciais, governamentais, políticas ou mesmo religiosas. Definiu a empresa como uma organização que começa por uma plano estratégico ou uma definição de objectivos, evolui para uma estrutura para colocar o plano em prática, actua de forma controlada entre o líder e a força de trabalho, harmoniza o trabalho dos departamentos através da coordenação sujeita a avaliações e controlo sobre a sua eficácia. O melhor desempenho da força de trabalho dependerá das qualidades do líder, do seu conhecimento do negócio e dos empregados e da sua capacidade de inspirar um sentido de missão. Taylor definiu ainda 14 princípios gerais sobre gestão, os quais foram desde então desenvolvidos de diversas formas pelos gurus mais recentes:

1. Divisão do trabalho (especialização);

2. Autoridade e responsabilidade;

3. Disciplina; 4. Unidade de comando;

5. Unidade de direcção (um único plano para cada conjunto de actividades, com o mesmo objectivo);

6. Subordinação dos interesses individuais aos da organização;

7. Remuneração do pessoal (justa e garantida);

8. Centralização (da autoridade no nível superior);

9. Cadeia escolar (considerando a linha de autoridade desde os níveis mais elevados);

10. Ordem (para cada coisa e lugar);

11. Equidade (amabilidade e justiça para conquistar lealdade);

12. Estabilidade do pessoal (pois a rotatividade é prejudicial);

13. Iniciativa (assegurar pessoalmente que um plano será realizado);

14. Espírito de equipe.

março 31, 2007 Publicado por | Teorias | 5 Comentários

   

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